EVOLUÇÃO DA VIDA NO PLANETA TERRA

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EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE HUMANA - PARTE I

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EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE HUMANA - PARTE II

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EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE HUMANA - PARTE III

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EVOLUÇÃO DA ESPÉCIE HUMANA - PARTE IV

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EVOLUÇÃO E REVOLUÇÃO - PARTE I

Trago hoje um documentário sobre a Evolução Humana, de forma a refletirmos coletivamente o Sentido das Técnicas para a Sobrevivência da Espécie.
Proponho uma viagem no tempo, de forma a refletir o sentido daquilo que a priori fora desenvolvido para facilitar a vida humana, mas que têm tomado outros sentidos, assim como atendido a outras necessidades como a do "Ego Alienígena" no próprio Ser.
Onde foi que nos perdemos e quais os caminhos de volta, para seguirmos em frente?
Assita o documentário e reflita!

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EVOLUÇÃO E REVOLUÇÃO - PARTE II



A tecnologia, o dinheiro e o status são fins em si mesmo ou são um meio para o bem estar humano? DO EGO ALIENÍGENA(Fim) À SOLDADO DO SELF (Meio)


Para refletirmos juntos sobre esta questão vamos pensar um pouco em nossos ancestrais.

Num tempo em que a sobrevivência da espécie só era possível em grupo, diante as adversidades naturais daquele contexto, o homem precisou conter seus ímpetos instintivos para viver melhor em grupo...Era uma questão de sobrevivência.
Contudo, adptar-se as normas sociais,como forma de aprovação coletiva e garantia de sobrevivência, ainda numa sociedade primitiva, não era algo fácil diante de uma natureza humana tão instintiva. Foi preciso, para isso, desenvolver um "Eu" capaz de se adaptar a realidade externa,negociando, para tal fim, com a realidade intrapsíquica. Nasce o Ego.

A priori com a missão de garantir a sobrevivência de si-mesmo (Self) o Ego precisava ser aprovado no grupo, contendo para isso os seus ímpetos mais instintivos possíveis.
E não bastava só ser aprovado, para garantir que não seria excluído numa situação extrema de sobrevivência coletiva, era necessário se destacar neste grupo, fazer valer a sua presença, torna-se visível, indispensável...Nasce a COMPETIÇÃO HUMANA, a LUTA PELO PODER...
Mas todos querem garantir a mesma coisa...É a lei da selva...Vence o mais forte...
O que fazer?
O Ego está agora sendo pressionado...Precisa garantir a sobrevivência...Era esta sua missão primeira...Foi para isso que o seu Gestor Self o criou...Mas e agora, o que fazer?

Ainda imaturo, perde o sentido, adoeçe...
Desconecta-se com seu Gestor Self e acredita que funcionará melhor sem ele.
Por que ser o subordinado se Eu posso ser o Senhor de mim mesmo,O Centro? Questiona! Nasce a Representação Egoíca Humana - O EGO ALIENÍGENA.

Muda o sentido que o norteava (o Self) e tenta se estabelecer apenas no consciente, evitando, inclusive o inconsciente, onde está seus piores inimigos - As Sombras Psicológicas, que por sinal projeta na realidade externa, nos outros. São os enviados do Self!Pensa! Vitmizando-se.

Precisa ser racional, objetivo, masculino...
Precisa assumir o controle para garantir segurança, poder...
Precisa também de máscaras sociais, para adpatar-se as expectativas exteriores... Precisa de personagens representativos para se adaptar a estas expectativas e garantir aprovação. Conta com seus Personas...

Eu sou o que faço - Status Profissional...Eu sou o que tenho: Poder, dinheiro, fama - Status Social.

Busca, agora suas realizações fora de si...Projeta-se para fora...É lá que está a grantia da sobrevivência...É lá que está tudo o que preciso. Acredita!

Contudo o Ego nunca está satisfeito, porque o que vem de fora nunca o preenche substancialmente, profundamente...Se sente vazio, incompleto...

Eu preciso que me amem para ser feliz...Preciso de dinheiro...De status...Eu, eu, eu...

Quem é mesmo este Eu?

Perdemos o sentido e construímos um mundo para o atendimento de quem mesmo?
O Ego não seria o Meio, o Instrumento para...? Por que estamos deixando que seja o Fim, o propósito?
Tudo o que estamos construíndo não seria para garantir o bem estar, facilitar nossa vida? E por que isto não está acontecendo? Não estaríamos invertendo valores, sentindos?

Chega um momento que o Ego se satura e se percebe perdido em meio a tantos "Castelos de Areia".
Está vazio, algo está faltando, mas algo lhe diz, que é por dentro...
Está incompleto, mas não encontra fora a sua outra metade...
Está insatisfeito, mesmo tendo construido um mundo fora "Dele"...

Se depara, então com as "Crises Existenciais".
Qual o sentido da vida, mesmo?
Questiona-se!
Percebe-se sem sentido, vazio...

Então,o Self - Gestor de toda Psiquê, envia-lhe a Anima - Representação feminina, intuitiva, emocional da "ALMA HUMANA", para facilitar o processo de integração psicológica de seus "Eus" através do reajuste funcional do Ego.

Aos poucos, cada sombra torna-se consciente e deixa de ser aterrorizante...
Anima /Animus ( Subjetividade / Objetividade) passam a trabalhar juntos e os Personas se desnudam tornando-se flexíveis...

O que faço, o que tenho não pode me representar por inteiro, sou mais que isso, sou um Ser Humano em contínuo processo de crescimento e renovação, que experiencia a vida e se projeta em movimento à um propósito que transcede a própria existência, mas que impulsinona intuitivamente.

O Ego se reestabelece como Soldado em Missão do Self e se fortalece para lidar com as adversidades fora e dentro das realidades que experiencia...

Percebe que para garantir a sobrevivência e transceder é necessário se integrar e funcionar em conjunto, no bem comum...
Não precisa mais torna-se escravo da aparência, status, dinheiro,poder...Pois é possível viver integrado e incluso pela dinâmica do equilíbrio entre razão/emoção...

Equilibra-se, agora muito mais que antes, e se adapta melhor a vida.

Conhece mais agora dos instrumentos disponíveis e usa-os com responsabilidade, porque sabe (tem ciência e sente) quais são os meios e qual é o fim - A Evolução do Ser por Inteiro - A Evolução para Felicidade!

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DIVERSIDADE ÉTNICA

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MUITO OBRIGADO AXÉ

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REFLEXÃO SOBRE O ETNOCENTRISMO


O etnocentrismo é defendido como um modo de compreender e atuar diante da diferença tomando-se por centro de referência os próprios valores culturais.
Desta forma, a reação à diferença é sempre para o fenômeno etnocêntrico compreendido como estranha e chocante, outrora ameaçadora por ferir a própria identidade do etnocêntrico.
O “eu” é onde está o possível, o “outro” é estranho e ameaçador. Esta estranheza causada pela constatação à diferença é entendida como ameaçadora e, portanto, a reação obtida como resultado é auto-afirmação de valor, que hierarquiza a diferença qualificando o “outro” como inferior o que num contexto social serve a justifica do discurso de dominação.
Contrapondo-se ao etnocentrismo está a idéia da relativização, que considera as diferenças como necessárias ao processo de identificação de cada grupo social, diferente do etnocentrismo não hierarquiza esta diferença apenas identifica-a.
Os primeiros estudos antropológicos a respeito às diferenças basearam-se nas teorias evolucionistas de Darwin. Assim o evolucionismo biológico e social serviu de modelo para explicar as diferenças.
Tais modelos explicatórios serviram ao discurso das culturas com pretensões dominatórias. A antropologia, por sua vez passou por uma reestruturação. Desvinculando-se da História, mas utilizando-se desta, como de outras ciências optou pela relativização como um recurso necessário e funcional para o estudo das diversas culturas que compõe a humanidade.
Esta nova Antropologia aponta a relativização como um caminho para o enfraquecimento do fenômeno etnocêntrico e para o melhor conhecimento cultural.

Marcelo Barreto
Historiador e acadêmico do Curso de Psicologia

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DIVERSIDADE ÉTNICA

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TEMA DA SEMANA ( 01 - 07/09): LIBERDADE - HISTÓRIA DE UMA GATA

A história de uma gata pode ser a minha ou a sua história. A liberdade tem um preço - a responsabilidade das consequências.

Ser livre é bem mais do que "fazer o que der na telha", é ter a capacidade de auto-gerir, de ter consciência de cada ato e assumir os efeitos de suas ações.

A gata desejou a liberdade e abriu mão do conforto de um apartamento, da conveniência e do conformismo, que a aprisionava.

Pagou o preço pela liberdade e tornou-se o que de fato era - Uma gata, um ser livre, por estar mais próxima de sua essência, no encontro com ela mesma.

Viva a liberdade!



Confira a letra!


HISTÓRIA DE UMA GATA
Composição: Enriquez/Bardotti - versão: Chico Buarque

Me alimentaram
Me acariciaram
Me aliciaram
Me acostumaram

O meu mundo era o apartamento
Detefon, almofada e trato
Todo dia filé-mignon
Ou mesmo um bom filé... de gato
Me diziam todo momento
Fique em casa, não tome vento
Mas é duro ficar na sua
Quando à luz da lua
Tantos gatos pela rua
Toda a noite vão cantando assim

Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora, senhorio
Felino, não reconhecerás

De manhã eu voltei pra casa
Fui barrada na portaria
Sem filé e sem almofada
Por causa da cantoria
Mas agora o meu dia-a-dia
É no meio da gataria
Pela rua virando lata
Eu sou mais eu, mais gata
Numa louca serenata
Que de noite sai cantando assim

Nós, gatos, já nascemos pobres
Porém, já nascemos livres
Senhor, senhora, senhorio
Felino, não reconhecerás

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TEMA DA SEMANA ( 01 - 07/09): LIBERDADE

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DANCING QUEEN - ABBA



Seja o rei e a rainha de você mesmo. Se permita e deixe fluir a dança a partir de você. Liberte-se de tudo o que te aprisiona e que lhe torna servo. E dance como rei e rainha sem medo de ser feliz!

Confira a tradução!


Dancing Queen / Rainha da Discoteca

Você pode dançar, você pode se esbaldar
Se divertindo como nunca
Veja essa garota, assista essa cena
Virando a Rainha da Dança


Noite de sexta-feira e as luzes estão fracas
Procurando um lugar para ir
Onde toquem a música perfeita
Entrando o balanço
Você vem procurar um Rei
Qualquer um poderia ser este cara
A noite é uma criança e a música está alta
Com um toque do rock tudo fica bem
Você está a fim de dançar
E quando você consegue a chance...

Você é a Rainha da Dança
Jovem e meiga, com apenas dezessete anos
Rainha da Dança
Sinta o ritmo do tamborim, oh sim!

Você pode dançar, você pode se esbaldar
Se divertindo como nunca
Veja essa garota, assista essa cena
Virando a Rainha da Dança

Você é uma provocadora, você os excita
Deixa-os em chamas e então vai embora
Procurando por outro , qualquer um serve
Você está a fim de dançar
E quando você tem a chance


Você é a Rainha da Dança
Jovem e meiga, com apenas dezessete anos
Rainha da Dança
Sinta o ritmo do tamborim, oh sim!


Você pode dançar, você pode se esbaldar
Se divertindo como nunca
Veja essa garota, assista essa cena
Virando a Rainha da Dança

Virando a Rainha da Dança

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NOTÍCIA - PARADA GAY EM ARACAJU

EM BUSCA DE VISIBILIDADE


No próximo final de semana, dia 30 de agosto de 2009, acontece em Aracaju a exemplo de outras localidades do mundo, mais uma Parada Gay.
O próposito geral do evento é a visibilidade social de seres humanos, erroneamente, colocados a margem social e injustamente estigmatizados.
Tratados como sub-humanos, muitos vestem-se dos estigmas sociais e sentem-se, de maneira geral como "bichos". As "bichas" são termos pejorativos criados para sub-humanizar todos aqueles não-heteros.
É justo lutar por visibilidade, mas fundamental o reconhecimento íntimo, que passa pela resignifacação do "eu". Quem eu sou? Perguntemos antes de mais nada e lutemos cada um de nós pelo nosso lugar ao sol.
Levantemos a "Bandeira da Diversidade" e lutemos por humanidade.

Marcelo Bhárreti

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O que mais te choca?

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DANCING QUEEN - ABBA

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HISTÓRIA DE UM MENINO GAY

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De onde viemos e para onde vamos ? Será que viemos do 'nada' e para lá voltaremos ?

Esta é uma das questões filosóficas que mais intriga o homem.
Entretanto podemos refleti-la ampliando a discussão para outras ciências.

A física quântica redefiniu o conceito de matéria entendo-a como energia condensada.
Energia é o potencial inato para realizar trabalho e /ou ação. Uma das propriedades da energia é a capacidade de manifesta-se de diferentes formas, para diferentes fins.
Assim, o psiquiatra Carl Jung desenvolveu, em seu contato com o fisíco quântico Pauli, a teoria da energia psíquica.
Energia encontra-se em formas, estados e dimensões diferentes. Logo, a água só é água, porque reúne dois átomos de hidrogênio, para um de oxigênio. Em estado líquido, as partículas atômicas encontram-se mais ou menos aproximadas - elétrons, carregados negativamente, transitam camadas de valência atraídas pela carga positiva de um núcleo. Por outro lado, em estado sólido a aproximação (condensação) é maior, enquanto que, em estado gasoso suas partículas estão mais afastadas.
Três dimensões para três estados, em três manifestações energéticas diferentes. Tudo é água em líquido, em sólido e gasoso. Estudos atuais consideram outras dimensões energéticas.

Nossa mente é também uma forma de energia inteligente. Mente e corpo transitam dimensões diferentes interagindo estreitamente.

Considero o corpo físico a dimensão material da mente.
Tudo é natural, tudo é energia, vida em contínuo movimento, em manifestações e dimensões diversas.
Logo, não há morte há transformação energética, de uma dimensão à outra em estreita ligação e atuação.
Microperceptivamente vemos partículas subatômicas, macropercepetivamente vemos a vida em dimensão material, ou seja energia condensada e perceptível pelos sensores orgânicos representados pelos cinco sentidos.
Não existe o nada, porque seria um paradoxo em si mesmo. No entanto, para os nossos limites orgânicos de percepção há vida e morte, porque nos limitamos perceptivamente, associamos a existência a tudo aquilo que podemos ver e tocar.

Assim, só pelo uso potencializado da mente podemos ampliar nossa percepção e sentir a vida em seu plural de dimensões e possibilidades.
Todo o universo macro e micro é movimento e está submetido a forças naturais, que paulatinamente a humanidade, através do intercâmbio de diversos campos do conhecimentod desvendará, principalmente, a medida que não separar mais ciência de religião.

Acredito que Deus é o universo inteiro e somos parte disto. Somos como partículas subatômicas atraídas para o núcleo. Movimentamo-nos em dimensões e experiências diferentes, de forma que, através de processos de maturação existencial, transitemos
por camadas de valência, atraídas para o núcelo do universo - Deus.

Costumo dizer que, o homem, por necessidade criou seus "deuses" como forma de explicar e compreender algo, que por origem inata prescentia maior que ele mesmo. Foi assim que diversas culturas criaram seus mecanismos de compreensão do Divino. Estavam errados? Creio que não. Preencheram ao seu modo, a forma arquétipica do "Ancião Sábio" do inconsciente coletivo da visão jungana - psicologia profunda.
Entretando, um problema etnocêntrico das culturas foi e, ainda é, pretender defenfer sua percepção divina como a manifestação absoluta de verdade. Domínio egoíco expresso pelo desejo de poder de um intelecto coletivo imaturo, mas transitivo.

Acredito numa existência ciclíca de vida, puro movimento que implica toda nossa natureza (mente-corpo)em processo contínuo de maturação, atraídas e aproximadas gradativamente pela força, oriunda do núcleo criador divino - O Universo Deus.


Esta é a minha percepção. Participem com a sua!

Abraço a todos!

Marcelo Bhárreti

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O MAL EXISTE?

Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:
- Deus fez tudo que existe?
Um estudante respondeu corajosamente:
- Sim, fez!
- Deus fez tudo, mesmo?
- Sim, professor - respondeu o jovem.
O professor replicou:
- Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal
existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós
mesmos, então Deus é mal.

O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se
vangloriava de haver provado uma vez mais que a Fé era um mito.

Outro estudante levantou sua mão e disse:
- Posso lhe fazer uma pergunta, professor?

Sem dúvida, respondeu-lhe o professor.

O jovem ficou de pé e perguntou:
- Professor, o frio existe?
- Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?

O rapaz respondeu:
- Na verdade, professor, o frio não existe.
Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é
ausência de calor.
Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite
energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou
transmita energia.
O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os
corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe.
Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.

- E a escuridão, existe? - continuou o estudante.
O professor respondeu:
- Mas é claro que sim.

O estudante respondeu:
- Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe.
A escuridão é na verdade a ausência de luz.
Podemos estudar a luz, mas a escuridão não.
O prisma de Newton decompõe a luz branca nas varias cores de que se
compõe, com seus diferentes comprimentos de onda.
A escuridão não.
Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca.

Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço?
Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é
mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que
acontece quando não há luz presente.

Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:
- Diga, professor, o mal existe?

Ele respondeu:
- Claro que existe.
Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência
diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.

Então o estudante respondeu:
- O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só.
O mal é simplesmente a ausência de Deus.
É, como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para
descrever essa ausência de Deus.
Deus não criou o mal.
Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existe a Luz e o Calor.
O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações.
É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que
acontece quando não há luz.

Autor Desconhecido

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